Monocórdio
Seu uso já foi registado no tempo de Pitágoras (c. 582 - 500 a.C.) para estudo e cálculo das relações entre vibrações sonoras. Na Idade Média era também usado para a afinação da voz e de outros instrumentos
Naqueles dias era uma simples placa de madeira com apenas uma corda, daí o seu nome. Com a ajuda deste instrumento as relações matemáticas do comprimento de uma corda à altura de um tom poderiam ser medidas. A escala dos sobretons baseia-se nessas proporções.
Hoje conhecemos o Monocórdio como um instrumento com muitas cordas do mesmo comprimento, todas afinadas no mesmo tom. Se se passar lentamente as mãos alternadamente sobre as cordas, sem pausas, obtém-se um som duradouro, envolvente e extraordinariamente rico em sobretons.
A sintonia absolutamente precisa de todas as cordas é essencial para a criação completa dos harmónicos, caso contrário, o som é desarmónico e vazio.
Muitas vezes o Monocórdio é usado para a música de meditação e terapia musical, porque o som é relaxante e equilibrando para quase todos; Os sobretons têm um efeito curativo. O Monocórdio pode ser tocado também por crianças sem qualquer prática.
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